Foto de Lisiane RamosAlexandre de Jarém Indá Mandarino nasceu em 15 de setembro de 1970, no Rio de Janeiro. De acordo com sua mãe, aprendeu a ler sozinho pouco antes de fazer três anos de idade (alfabetizado por ela e por revistas da Marvel). De acordo com seus colegas de faculdade, se formou em Jornalismo em 1992 e, também de acordo com outras figuras, trabalhou em vários órgãos do jornalismo cultural e de informática (e, por vezes, cybercultural) entre os longínquos anos de 1991 e 2005, quando deixou de se dedicar ao Jornalismo para que se permitisse tempo para escrever o que sempre quis: ficção.
Neste site será (im)possível ler alguns de seus contos e micro-contos, suas séries pulp em capítulos, seus velhos artigos, críticas e entrevistas como jornalista e também seus novos posts e ensaios em seu blog. Também será possível escutar novas e velhas faixas de seu projeto de música eletrônica, o Chip Totec, que está na ativa desde 1997. Ou ainda ver suas fotos, onde tenta representar um mundo arquitetônico solitariamente impossível, e suas web_pieces (pedaços de pedaços de cantos inóspitos da Internet, em um festival de screenshots). Ou ainda mesmo checar suas incursões pelo mundo da sound art, como no projeto As Três Torres.
De acordo com ele mesmo, a vida seria inexistente e inexata sem a presença de Borges, Poe, Wilde, Kerouac, Grant Morrison, Burroughs, Agatha Christie, Tolkien, Richard Kadrey, Peter Milligan, Steve Englehart, Paulo Mendes Campos, Byron, Jack Kirby, Hopper, Public Enemy, Orbital, PiL, Velvet Underground, Chico Science, Sex Pistols, !!!, Ladytron, Steve Ditko, The Herbaliser, Umberto Eco, De Chirico, J.W. Waterhouse, GTA, Wii, adventure games, stealth games, Bradbury, Steve Aylett, Alan Moore, Kasabian, Jaime Hernandez, breakbeats, breakdance, Stones e tantos outros arte-fatos.
